sexta-feira, 12 de novembro de 2010

“PEC defende credibilidade e confiança na economia portuguesa”

O Primeiro-ministro defende o Programa de Estabilidade e Crescimento apresentado aos partidos, reafirmando que não haverá aumentos de impostos, com excepção do agravamento fiscal para os rendimentos colectáveis acima dos 150 mil euros.

ass: Sabrina

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Portugal é um país essencialmente agrícola, destinando-se 75% da sua produção agrícola e pecuária à exportação.
Fundamentalmente cerealífero, destaca-se o cultivo de trigo, sendo também importantes as produções de azeite, legumes e hortaliças.
A vinicultura domina a actividade agrícola a Norte do Douro (destacando-se o generoso Vinho do Porto), que produz cerca de 15 milhões de H1 anualmente.
Portugal é o maior produtor da Europa de cortiça e tem, igualmente, peso apreciável na produção e exportação de azeite, concentrado de tomate e conservas. A actividade piscatória é importante no conjunto da actividade económica.
As indústrias têxtil e de calçado são também importantes, assim como as de papel e de mobiliário. A construção e a metalo-mecânica têm-se expandido gradualmente, sendo de assinalar as condições naturais que favorecem o crescente desenvolvimento da industria turística, fonte preciosa da vultuosas quantias em moeda estrangeira.
Membro da União Europeia desde 1986, Portugal goza, actualmente, de um crescimento económico saudável.

(Publicação de : Letícia Magalhães )
Estado deve 176 milhões de euros às autarquias.



O Estado deve 176 milhões de euros às autarquias, 76 milhões dos quais relativos à falta de pagamento das contrapartidas por transferência de competências na Educação.
O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) explicou hoje aos deputados, no meio de uma audição sobre o Orçamento para 2011, que "o Estado deve neste momento às autarquias 176 milhões de euros" no âmbito da descentralização de comparecências. E deste total, 76 milhões referem-se a dívidas do Ministério da Educação relacionadas com a falta de pagamentos com transportes e refeições escolares.Entre os devedores encontram-se ainda o Ministério da Administração Interna, da Agricultura, das Obras Públicas e da Cultura.

Segundo Fernando Ruas, "não há problema de reconhecimento com os montantes em falta, simplesmente as dívidas não estão a ser pagas", conclui.

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) foi hoje ouvida em conjunto pelas comissões parlamentares do Orçamento e Finanças e do Poder Local onde se queixou da diminuição da atribuição de verbas pelo Orçamento de Estado de 2011.

(feito por Cláudia)                                                                                         Fonte:http://economico.sapo.pt

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Indústria em Portugal!

Portugal depende muita da importação de petróleo e derivados.
O carvão, cuja produção tem vindo a aumentar desde os anos 80, é responsável por cerca de 5% do consumo de energia no país.
Um terço da electricidade de Portugal é fornecido pela energia hidráulica.
Tungsténio, estranho, crómio e outras misturas metais são extraídos em quantidades comerciais e grange perte do tungsténio extraído é exportada.

Tal como o sector fabril as indústrias da banca e dos seguros passarm pela naciolizaão em 1978, com a privatização gradual que começou em 1980. No principio dos anos 90, os bancos privados e as companhias de seguros continuavam a deter entre 80% e 60% dos seus mercados, respectivamente.O inicio do desenvolvimento do mercado financeiro ficou marcado pela entrada de Portugal na Comunidade Europeia.



(publicado por Leticia)



Portugal não vai precisar do FMI, diz antigo director-geral

Jacques de Larosière, ex-director-geral do FMI considera que Portugal não vai precisar de ajuda desta instituição e que as agências internacionais deveriam subir o rating de Portugal.
Este antigo responsável da instituição, que liderava quando da sua intervenção em Portugal nos anos 1980, acredita que Portugal vai conseguir gerir as finanças públicas e voltar a incutir confiança nos mercados, segundo declarações feitas hoje em Lisboa, à margem da conferência “A actividade financeira e o novo modelo de supervisão”, promovida em Lisboa pelo BPI Pensões.
Larosière disse também que as agências de rating deviam analisar a realidade portuguesa com mais detalhe, porque não estão a olhar devidamente, e subir a notação de risco do país.

(Feito por:Cláudia)                                                                                Fonte:http://economia.publico.pt/

Bruxelas exige reformas e mais cortes, Governo diz que chega



A aprovação do Orçamento na generalidade não chegou para convencer Bruxelas. A Comissão Europeia exigiu ontem que Portugal seja ainda mais ambicioso nos objectivos do défice de 2010 e 2011. Mas espera ainda que o Governo anuncie em breve um plano para flexibilizar o mercado de trabalho e o processo de formação de salários. Tudo para convencer os mercados de que as contas públicas e o problema estrutural de competitividade vão ser atacados.
Ontem, dia em que os juros sobre a dívida soberana bateram novos máximos (6,65%),o porta-voz do comissário para os Assuntos Económicos, Olli Rehn, deixou-o claro em declarações ao DN: "Agora que aprovaram o Orçamento é preciso compensar o impacto [das medidas de austeridade] com reformas que possam dar uma dinâmica à economia portuguesa". Para Amadeu Altafaj Tardio, "não cabe à Comissão dizer com pormenor aos Estados o que fazer. Mas Portugal deve atacar a rigidez do mercado laboral e fazer alterações ao processo a formação de salários.

(Feito por:Cláudia)                                                                       Fonte: http://www.dn.pt/

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sócrates insiste no TGV suspenso no acordo com o PSD

 
Paulo Portas testou as inconsistências do acordo entre o Governo e o PSD. Pôs o primeiro-ministro a defender a alta velocidade, que os sociais-democratas exigiram sujeitar ao crivo da reavalização custo/benefício. No PSD, silêncio absoluto. Do TC vêm alertas
O líder do CDS não perdoou e foi mesmo ao âmago do acordo entre o Governo e o PSD para o OE 2011. Paulo Portas pegou no capítulo "reavaliação das parcerias público-privadas" e exigiu a Sócrates uma posição clara para o TGV. "Pára ou continua?", disparou Portas. E obteve a resposta de Sócrates: "Eu defendo o TGV."
Dito isto, o primeiro-ministro afirmou que a alta velocidade é uma oportunidade única que o País tem para dinamizar a economia, afirmando ainda que, neste momento, Portugal tem dinheiro para a fazer. Afirmou ainda que o contrato para a construção da linha ferroviária de alta velocidade (TGV) entre Poceirão e Caia ainda precisa do visto do Tribunal de Contas e de "trabalhos preliminares".
Sócrates voltou apenas ao acordo com o PSD para dizer que todas "as parcerias público-privadas (PPP) vão ser reavaliadas, por forma a que resulte a garantia que, entre custo e benefício, não haja dúvidas de que o benefício para o País é muito superior ao custo".




(Feito por:Cláudia)                                                            Fonte:http://dn.sapo.pt/inicio/economia/