sábado, 30 de abril de 2011

Desemprego vai continuar a subir em 2010 e 2011 até aos 10,9%

O desemprego vai continuar a crescer em Portugal, não só este ano, mas também no ano que vem, prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Consequência do forte abrandamento da actividade económica, causada pelas medidas de austeridade já aplicadas e previstas para o ano que vem, a taxa de desemprego deverá crescer dos 9,6% registados em 2009 para os 10,7% este ano e avançar ainda mais, até aos 10,9%, em 2011.

Quer isto dizer que Portugal chegará ao fim de 2011 com a quinta taxa de desemprego mais elevada da Zona Euro e da Europa desenvolvida, ultrapassado apenas pela vizinha Espanha (com taxas de 19,9 e 19,3%, respectivamente), pela Grécia (11,8 e 14,6%), Irlanda (13,5 e 13%) e pela Eslováquia (14,1 e 12,7%).

Alargando o olhar aos países europeus em desenvolvimento, só Lituânia Letónia e Estónia ultrapassam a taxa nacional.

No conjunto da Zona Euro a taxa de desemprego deverá ficar nos 10,1% este ano, mais cinco décimas que em 2009, e recuar ligeiramente em 2011 para 10%. Já olhando para a Europa desenvolvida, a taxa de desemprego será de 9,4% este ano, face aos 8,8% o ano passado, e de 9,3% no ano que vem.

Fonte: Jornal                                                                       Elaborado por: Sabrina

quinta-feira, 28 de abril de 2011

PSD ameaça falar directamente com a troika!

Ex-ministro queixa-se de informações escassas e incompletas sobre contas nacionais. Mas admite que está disponível para negociar. O PSD disse esta quinta-feira que as informações que recebeu do Governo sobre as contas públicas são «escassas, incompletas e contém informação desactualizada». Numa carta enviada esta tarde por Eduardo Catroga para o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, os sociais-democratas ameaçam mesmo passar por cima do Governo e falar directamente com a troika se o Executivo mantiver esta postura.




 
Adaptado por: Cláudia      Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

quarta-feira, 30 de março de 2011

Medicamentos vão voltar a ter preços na embalagem!

A comissão parlamentar de saúde aprovou, com os votos favoráveis de toda a oposição, a recolocação do preço de venda ao público nas embalagens dos medicamentos, confirmaram à agência Lusa dois deputados.
Teresa Caeiro, do CDS, e João Semedo, do Bloco de Esquerda, afirmaram que o diploma que determina que os remédios devem voltar a ter o preço de venda ao público será aprovado em plenário na Assembleia da República na sexta-feira ou na quarta-feira da próxima semana.
A proposta de lei que visa a recolocação do preço foi aprovada na comissão de Saúde na reunião de quarta-feira, apenas com os votos contra do PS, segundo os deputados Teresa Caeiro e João Semedo.

O decreto-lei 106-A/2010, de 01 de Outubro, veio permitir que seja eliminada a indicação dos preços de venda ao público, nos casos dos medicamentos comparticipados sujeitos a receita médica.





(adaptado por: Cláudia)    Fonte:http://www.tvi24.iol.pt/
- Portugal é o país do despedimento baratinho!O líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares afirmou que «Portugal é o país da precariedade, onde se pode contratar por três meses, por um mês, por um dia se for preciso».
Durante a discussão da moção de censura do BE, que o partido deverá votar favoravelmente, Bernardino Soares afirmou ainda que «Portugal é o país do despedimento baratinho».
«O Governo não quer só que os precários continuem precários. Quer que todos os outros que ainda não são passem a ser precários».
Na resposta, o primeiro-ministro José Sócrates criticou o PCP, acusando o partido de ter a mesma postura nos últimos 30 anos, ser sempre contra. «Nunca votaram favoravelmente nenhuma medida do PS», gerando um coro de protestos na bancada comunista, que negou esta realidade e atirou mesmo algumas medidas socialistas que o partido aprovou.
«Eu sou a favor da concertação social», afirmou ainda José Sócrates», garantindo que «não há nenhum país na Europa onde haja mais protecção aos trabalhadores no despedimento do que em Portugal».
«Mesmo naquilo que propomos como limite mínimo em caso de despedimento, para os novos contratos. Alinhamos com as práticas europeias e com a regra mais favorável do limite máximo da indemnização por despedimento», afirmou Sócrates.

Leticia *

sexta-feira, 25 de março de 2011

Sócrates culpa oposição por cortes de «rating»!
«Como foi possível terem feito isto ao país?». Chumbo do PEC teve consequências «em apenas 24 horas».
«Só lá vão 24 horas e já tivemos o downgrade de duas agências de notação». A crítica parte do primeiro ministro demissionário, José Sócrates, que em Bruxelas, no final do Conselho Europeu, culpou a oposição pelos cortes de rating que Portugal sofreu ainda na quinta-feira por parte da Fitch e da Standard & Poor`s. 
«Como é que foi possível terem feito isto ao país (chumbar o Programa de Estabilidade).

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(adaptado por cláudia)        Fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

quarta-feira, 23 de março de 2011

José Sócrates abandona debate após discurso inicial!


Primeiro-ministro será recebido por Cavaco às 19 horas, altura em que deverá apresentar a sua demissão.
O primeiro-ministro abandonou o debate do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), que decorre esta quinta-feira no Parlamento, logo depois do discurso de abertura, que foi proferido pelo ministro de Estado e das Finanças.
Tal como já se previa (o gabinete do chefe do Governo tinha já adiantado que a sua presença só estava garantida na abertura), assim que Teixeira dos Santos acabou de falar, José Sócrates levantou-se e abandonou o hemiciclo.
O PEC tem assim chumbo garantido e a expectativa é de que o primeiro-ministro apresente a demissão quando for recebido por Cavaco Silva ao final da tarde.
                  


  (adaptado por: Cláudia)              Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/
A ECONOMIA PORTUGUESA DEIXOU DE CRIAR EMPREGO LÍQUIDO E COMEÇA A DESTRUÍ-LO! Um aspecto extremamente grave é que a Economia Portuguesa deixou de criar emprego líquido. Os números do quadro II, construído com dados do INE, mostram esse fenómeno com consequências sociais e económicas graves.
Tabela 2.

Esses dados mostram que a Economia Portuguesa revela cada vez menor capacidade para criar emprego líquido. Em 2005, o emprego destruído foi superior ao emprego criado, o que determinou que o emprego tenha diminuído em Portugal nesse ano quando comparamos com 2004. Portanto verificou-se uma destruição liquida de emprego que, embora ainda reduzida, parece indiciar uma nova situação ainda mais preocupante.

Leticia *