(Cláudia)
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Crise da dívida força Portugal a recordar os custos da saída do euro.
- Instalado na casa que adquiriu com recurso ao crédito, a conduzir o carro de marca estrangeira ou a comprar produtos de todo o mundo, o português médio já deixou há muito de fazer as contas em escudos. E já se esqueceu também do que significou a chegada do euro em 1999 para os seus hábitos de consumo: crédito a taxas de juro baixas, inflação reduzida e grande diversidade de produtos importados a preços acessíveis. Agora, com a moeda única a enfrentar a maior crise da sua existência e com Portugal no centro dos problemas, é melhor começar a fazer um esforço de memória
Se, neste momento, todos os políticos europeus declaram querer defender a todo o custo o projecto do euro, o prolongamento da crise por vários anos pode começar a testar a paciência das opiniões públicas e a capacidade de resistência dos políticos.
Seria um caos completo.
”Queda abrupta do poder de compra, subida drástica do preço dos bens importados, incapacidade das famílias, empresas, bancos e Estado para fazerem face às suas dívidas, congelamento do financiamento externo e do crédito interno, falências, nacionalizações e subida a pique do desemprego.”
“Abandono da moeda única teria consequências drásticas e caóticas. Taxas de juro a níveis insustentáveis, bancos nacionalizados e preços altos mudariam a nossa vida.”
| Fora do euro a gestão da crise do país seria muito mais difícil! |
Se, neste momento, todos os políticos europeus declaram querer defender a todo o custo o projecto do euro, o prolongamento da crise por vários anos pode começar a testar a paciência das opiniões públicas e a capacidade de resistência dos políticos.
Seria um caos completo.
”Queda abrupta do poder de compra, subida drástica do preço dos bens importados, incapacidade das famílias, empresas, bancos e Estado para fazerem face às suas dívidas, congelamento do financiamento externo e do crédito interno, falências, nacionalizações e subida a pique do desemprego.”
Letícia Magalhães*
domingo, 12 de dezembro de 2010
A agricultura!
Portugal recebeu nestes últimos dez anos investimento directo estrangeiro (IDE) significativo, 80% do qual foi proveniente da Alemanha, de Espanha e de França.
A importância do IDE aumentou rapidamente nestes últimos anos. Porém, a competitividade de Portugal é actualmente das mais baixas de todos os Estados.
Membros da UE, o que suscita preocupações relativamente à atractividade do país para os investidores. A UE tem financiado despesas de capital – Portugal recebe actualmente da UE o equivalente a cerca de 3% do seu PIB, para financiamento do desenvolvimento estrutural. Esses fundos destinavam-se a melhorar as infra-estruturas portuguesas, mas a modernização da indústria e da agricultura tem sido lenta.
Para além dos factores comerciais, o investimento a longo prazo e o consumo privado são outros dois factores determinantes com efeitos persistentes no ciclo económico. Nestes últimos dez anos, o investimento em formação de capital fixo tem contribuído crescentemente para o processo de aproximação da economia portuguesa à dos outros países da UE, crescendo mais rapidamente do que a média do crescimento económico global interno. As duas componentes da procura agregada são relativamente mais importantes em Portugal do que na UE no seu conjunto.
Leticia Magalhães *
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Natal mais amargo: há falta de açúcar no mercado
Preço da matéria-prima nos mercados internacionais disparou no mês passado. Produz-se menos e isso vê-se nas prateleiras dos supermercados.
No Natal, comem-se muitos doces, mas o deste ano pode ter um sabor mais amargo. Há supermercados que estão a racionar a venda de açúcar, estão a limitar os quilos comprados por cliente.
Tem tudo uma explicação: o preço do açúcar nos mercados internacionais disparou no mês passado, o que está a complicar a vida aos produtores, aos vendedores e parece que pode vir a complicar também a dos consumidores.
Ainda se vende, mas com limites em alguns locais. Poderá chegar a haver uma ruptura de stocks? A Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição, embora admite alguns problemas, não acredita: «Realmente estão a acontecer pontualmente em algumas cadeias que estão a limitar compra, mas a situação não é generalizada. Não estamos a prever que vá haver ruptura a nível geral», disse à Agência Financeira fonte oficial da APED que quis «tranquilizar consumidores» em como há açúcar para todos
Tem tudo uma explicação: o preço do açúcar nos mercados internacionais disparou no mês passado, o que está a complicar a vida aos produtores, aos vendedores e parece que pode vir a complicar também a dos consumidores.
Ainda se vende, mas com limites em alguns locais. Poderá chegar a haver uma ruptura de stocks? A Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição, embora admite alguns problemas, não acredita: «Realmente estão a acontecer pontualmente em algumas cadeias que estão a limitar compra, mas a situação não é generalizada. Não estamos a prever que vá haver ruptura a nível geral», disse à Agência Financeira fonte oficial da APED que quis «tranquilizar consumidores» em como há açúcar para todos
(Feito por:Cláudia) Fonte:www.agenciafinanceira.iol.pt
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Moody`s ameaça cortar rating dos bancos portugueses
Caixa Geral de Depósitos, Santander Totta, BES, BPI, BCP, Montepio e Banif estão entre os bancos visados.A Moody`s prepara-se para rever em baixa o rating de vários bancos, entre os quais a Caixa Geral de Depósitos, Santander Totta, BES, BPI, BCP, Montepio e Banif. A informação surgiu da parte do serviço de investidores desta casa de notação financeira, citado pela Reuters.
Além deste bancos, também o Espírito Santo Financial Group, o Banco Itaú Europa e BPN estão na lista para um possível «downgrade».
Em causa está o perfil financeiro dos maiores bancos nacionais, o chamado Bank Financial Strength Ratings (BFSR), que a agência de rating admitiu rever de forma negativa.
(Feito por: Cláudia)
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Sócrates: «Gostaria de não ter baixado os salários»
Primeiro-ministro diz que não havia alternativa. Tudo para defender financiamento da economia.O primeiro-ministro «gostaria de não ter baixado os salários», mas não havia outra alternativa para defender «o financiamento da nossa economia».
A propósito dos dados da OCDE sobre a educação que colocam Portugal na média da OCDE a Português, Ciências e Matemática, José Sócrates, em entrevista ao «Público» frisou que «não foram só os professores» os alvos de cortes nos salários.
«Os cortes derivam das circunstâncias» e «os professores têm uma ética de responsabilidade que prevalece. A motivação de um professor não é apenas o dinheiro. Não podíamos reduzir os salários a todos menos aos professores».
Feito por: Cláudia Fonte:www.agenciafinanceira.iol.pt
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Motéis e pensões vão desaparecer em Portugal
Até ao final do ano, todos os proprietários de alojamentos turísticos têm de pedir nova classificação. Primeiras placas são colocadas esta segunda-feira no Algarve .Motéis, pensões e albergarias estão perto do fim. Até ao final do ano, todos os proprietários de empreendimentos turísticos vão ter de efectuar o pedido de reconversão turística, uma lei que existe há quase três anos e que limita o número de classificações possíveis: das anteriores 21 para apenas oito. Uma alteração que para o presidente da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) é «altamente positiva».
«Portugal era um dos países com mais designações. É altamente positivo acabar com algumas designações e reconverter outras. Esta lei vai tornar a nossa oferta mais esclarecida junto dos mercados», acredita Elidérico Viegas.
Motéis, pensões e albergarias vão passar, a partir de 2011, a ter a designação de hotéis.
(feito por: cláudia) Fonte:/www.agenciafinanceira.iol.pt
Subscrever:
Mensagens (Atom)

