segunda-feira, 9 de maio de 2011

A AGRICULTURA COM CUNHO DO MEDITERRÂNEO!

• Os traços essenciais da agricultura portuguesa têm o cunho do mediterrâneo: o predomínio dos cereais, entre estes o trigo e o milho, a importância das culturas arbustivas e arbóreas, a extensão das áreas de regadio e a predominância do gado miúdo. Nem todos são comuns à extensão do território ou coexistentes na mesma região: mas procedem de análogas influências naturais ou exprimem idênticas necessidades económicas. Do mesmo modo, o regime de propriedade não se exime à extrema fragmentação ou às tendências latifundiárias, duas taras mediterrâneas que fazem oscilar a cultura entre uma quase jardinagem, que não satisfaz as necessidades de uma família, e uma exploração extensiva, (...)
Orlando Ribeiro, Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico: esboço de relações geográficas, Lisboa, Sá da Costa! 

Fonte: Livro de geografia (11ºano) 2010/2011
• Portugal, sofreu um decréscimo de cerca de 8% na superfície total de exploração agrícola, apesar de a superfície total de explorações agrícolas continuar a ocupar mais de metade da superfície total do país. Contudo, a sua repartição no território não é uniforme, verificando-se que:
- as regiões do litoral foram as que apresentaram uma menor representatividade;
- o Alentejo foi a região com maior expressividade (quase ¾ da sua superfície corresponde a explorações agrícolas).

Leticia *

sábado, 7 de maio de 2011

 Conheça as principais medidas da Troika

Economia: Conheça as principais medidas da Troika
A troika está de saída de Portugal, mas deixa ao Governo um exigente memorando de duras medidas. O JPN dá a conhecer as principais medidas do acordo entre o executivo e os agentes internacionais.
O empréstimo será de 78 mil milhões de euros, durante três anos. O pacote de ajuda externa a Portugal vai cobrir 100% das necessidades de financiamento do país em 2011, descendo para 80% em 2012 e para 20% em 2013. Mas as exigências são muitas. A troika chegou implacável e já divulgou o documento [PDF] com reformas de fundo para o país.

Feito por: Sabrina                                 Fonte :Jornalismo do porto net (JPN)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

FMI garante: «Este programa é diferente do PEC 4»
Em entrevista à TVI, Poul Thomsen acredita que esta será a última vez que Portugal receberá uma ajuda tão estrutura.
O homem forte do Fundo Monetário Internacional diz que o programa de ajuda a Portugal é diferente do PEC 4 porque vai mais longe em quase todos os aspectos. É mais abrangente e obriga a mais reformas estruturais. 
Em entrevista a José Alberto Carvalho, Poul Thomsen diz ainda que o próximo Governo terá pouca margem de manobra e acredita que esta será a última vez que Portugal receberá uma ajuda tão estrutural.


Imagem 1 (Actualmente) 

  
 

                                         Imagem 2 (antigamente)




Adaptado por: Cláudia               Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Hospitais: mais atrasos a pagar, metas por cumprir!

A esmagadora maioria das unidades hospitalares aumentou o prazo médio de pagamento aos fornecedores no quarto trimestre de 2010 e não cumpriu os objectivos traçados para esse ano, destacando-se no incumprimento as que têm gestão empresarial.
Segundo o indicador do Prazo Médio de Pagamentos (PMP), divulgado esta segunda-feira pela Autoridade Central do Sistema de Saúde (ACSS), o PMP no universo do Sector Público Administrativo (SPA), no último trimestre de 2010, foi de 78 dias (mais 21 dias que em igual período de 2009 e mais cinco dias que no trimestre anterior). Para 2011, o PMP definido pelas unidades do SPA situa-se entre os 59 e os 67 dias, enquanto as EPE estabeleceram uma média entre os 160 e os 182 dias.

  




adaptado por: Cláudia     Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Economia portuguesa tem condições para ultrapassar dificuldades

O ministro da Economia, Vieira da Silva, considerou que a economia portuguesa tem condições para «mais rapidamente do que muitos pensam» ultrapassar as dificuldades que a ajuda externa comporta para o país.
«Julgo que a economia portuguesa tem condições, mesmo neste cenário mais exigente, para mais rapidamente do que muitos pensam ultrapassar as dificuldades e colocar de novo a normalidade no financiamento da nossa economia e isso é o mais importante de tudo», disse Vieira da Silva aos jornalistas à margem da posse dos órgãos sociais da Associação Industrial Portuguesa (AIP).
No que refere às negociações agora iniciadas com os representantes europeus, o governante escusou-se a fazer comentários sobre as suas «características e resultados», advertindo contudo que a situação a que o país chegou é «dolorosa» e exige uma saída que «defenda os interesses» de Portugal.
«Está a iniciar-se uma negociação, deixemo-la decorrer, façamo-lo com empenho mas também com serenidade», ressalvou, quando questionado sobre eventuais alterações na legislação laboral portuguesa e um eventual cenário de despedimentos na função pública.
Vieira da Silva destacou ainda o trabalho conduzido pelos empresários portugueses «ao longo de muito tempo, mesmo antes de crise política», onde manifestaram desde sempre«disponibilidade para colaborar no esforço» de evitar o auxílio financeiro externo.
«Infelizmente não foi possível evitar essa crise. Não pudemos resistir da forma como gostaríamos. Talvez fosse possível, não o quis assim a oposição, esteve no seu direito», lamentou o governante.
Vieira da Silva reiterou ainda que não endereçou, «em representação do PS»«nenhum convite para nenhum cargo»ao antigo candidato presidencial Fernando Nobre, que foi anunciado pelo líder do PSD, Pedro Passos Coelho, como cabeça de lista por Lisboa e candidato do partido a presidente da Assembleia da República nas legislativas do próximo mês de Junho.

sábado, 30 de abril de 2011

Desemprego vai continuar a subir em 2010 e 2011 até aos 10,9%

O desemprego vai continuar a crescer em Portugal, não só este ano, mas também no ano que vem, prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Consequência do forte abrandamento da actividade económica, causada pelas medidas de austeridade já aplicadas e previstas para o ano que vem, a taxa de desemprego deverá crescer dos 9,6% registados em 2009 para os 10,7% este ano e avançar ainda mais, até aos 10,9%, em 2011.

Quer isto dizer que Portugal chegará ao fim de 2011 com a quinta taxa de desemprego mais elevada da Zona Euro e da Europa desenvolvida, ultrapassado apenas pela vizinha Espanha (com taxas de 19,9 e 19,3%, respectivamente), pela Grécia (11,8 e 14,6%), Irlanda (13,5 e 13%) e pela Eslováquia (14,1 e 12,7%).

Alargando o olhar aos países europeus em desenvolvimento, só Lituânia Letónia e Estónia ultrapassam a taxa nacional.

No conjunto da Zona Euro a taxa de desemprego deverá ficar nos 10,1% este ano, mais cinco décimas que em 2009, e recuar ligeiramente em 2011 para 10%. Já olhando para a Europa desenvolvida, a taxa de desemprego será de 9,4% este ano, face aos 8,8% o ano passado, e de 9,3% no ano que vem.

Fonte: Jornal                                                                       Elaborado por: Sabrina

quinta-feira, 28 de abril de 2011

PSD ameaça falar directamente com a troika!

Ex-ministro queixa-se de informações escassas e incompletas sobre contas nacionais. Mas admite que está disponível para negociar. O PSD disse esta quinta-feira que as informações que recebeu do Governo sobre as contas públicas são «escassas, incompletas e contém informação desactualizada». Numa carta enviada esta tarde por Eduardo Catroga para o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, os sociais-democratas ameaçam mesmo passar por cima do Governo e falar directamente com a troika se o Executivo mantiver esta postura.




 
Adaptado por: Cláudia      Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/