sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Teixeira dos Santos: Europa também tem de fazer o seu trabalho de casa!

Governante diz que «não basta» política monetária comum. «Europa precisa de instrumentos orçamentais comuns».
Teixeira dos Santos disse esta sexta-feira que Portugal já está a fazer o seu trabalho de casa mas é preciso que a Europa também faça o seu.
De acordo com o ministro das Finanças, as instituições europeias têm de «ser capazes de fazer o seu trabalho», de forma a dotar os Estados-membros de instrumentos de consolidação orçamental e de reforço dos sistemas de regulação e supervisão financeira, até porque a meta passa por relançar o crescimento económico.
(Feito por: Cláudia)                                     Fonte:www.agenciafinanceira.iol.pt

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

«The Economist» sobre Portugal: «Este leitão foi ao mercado...»
Revista britânica falou sobre Portugal e sobre a emissão de dívida pública que ocorreu esta manhã de quarta-feira.
O sucesso na emissão de dívida portuguesa tem um preço. A revista britânica «The Economist» falou sobre Portugal e, sobre a emissão que o Governo fez esta quarta-feira disse: «Este leitão foi ao mercado...».
Assim, a revista britânica recorda que o país faz parte dos PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha), sigla usada para ilustrar a má performance económica destes países, e assinala que os juros são demasiado elevados. Esta é, aliás, uma opinião partilhada por muitos analistas que dizem: «Juros a 7% são insustentáveis».

(Feito por: Cláudia)                                                                                          Fonte:www.agenciafinanceira.iol.pt

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Portugueses «têm a capacidade de resolver os problemas por si»

Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, rejeita a inevitabilidade de uma intervenção do Fundo Monetário Internacional.
O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, considerou esta segunda-feira que os portugueses «têm a capacidade de resolver os problemas por si», rejeitando assim a inevitabilidade de uma intervenção do Fundo Monetário Internacional.
«Eu disse e repito, os portugueses resolvem os problemas e têm capacidade para resolver os problemas por si, até me demonstrarem o contrário».
O governador do Banco de Portugal respondia às questões dos jornalistas no final da conferência da Central de Balanços do banco central, rejeitando no entanto comentar se estariam a ser feitas pressões pelos governos da Alemanha e de França para que Portugal recorresse a ajudar externa, ou que existisse qualquer pressão dos seus pares.

(Feito por: Cláudia)                                                                             Fonte:www.agenciafinanceira.iol.pt

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Orçamento do Estado 2011 acalma mercados, mas por quanto tempo?


- O OE 2011 deverá servir para acalmar os mercados nos próximos tempos. No entanto, os riscos de derrapagem do lado da despesa, associados às fracas perspectivas de crescimento da economia Portuguesa, poderão conduzir a mais cortes de rating e a novas dificuldades de financiamento da dívida pública.

                                                                Elaborado por: Sabrina
O aumento do IVA dos livros terá as consequências que tem para toda a gente, não vejo que a nós traga consequências diferentes da que vai trazer uma política de austeridade destas para toda a população e para todos os sectores.
O Governo anunciou hoje um conjunto de medidas de austeridade para acelerar a redução do défice em 7,3 por cento em 2010 e 4,6 por cento em 2011 de forma a responder à pressão dos mercados internacionais.
As medidas do aumento do IVA em 1 ponto percentual nos três escalões, a criação de uma taxa extraordinária sobre as empresas com um lucro tributável acima de dois milhões de euros de 2,5 por cento, a redução de 5 por cento nos salários dos políticos, gestores públicos e membros das entidades reguladoras, e uma taxa extraordinária de 1 por cento para quem receba até cinco salários mínimos (2.375 euros por mês) ou de 1,5 por cento para quem receba acima desse valor.
O aumento do IVA já representa uma pressão que não é positiva para qualquer actividade, uma vez que acarreta aumento de custos.
A questão do aumento [do IVA] no livro também se vai reflectir eventualmente nos preços de venda e eventualmente no volume de vendas. No custo individual para cada pessoa ou para cada livro um por cento, pode não ser muito significativo em termos absolutos, isto é, o valor a que isso corresponde pode não ser extraordinariamente significativo.

Leticia Magalhães

sábado, 1 de janeiro de 2011

Economia cresce este ano mas vai estagnar em 2011

 
O Banco de Portugal (BdP) reviu em alta as previsões em relação ao crescimento da economia portuguesa para este ano, mas deixa uma perspectiva pessimista em relação ao futuro: em 2011, Portugal voltará a estagnar, fruto das medidas tomadas para combater défice e dívidas estatais excessivas.
                                                                                                                                                            -> Previsões do Banco de Portugal
  
                                                                                                           Elaborado por: Sabrina

Aumento das taxas de IVA faz subir inflação

 O aumento de um ponto percentual nas taxas de IVA aplicado a partir do início deste ano deverá aumentar a inflação em 0,4 pontos percentuais em 2010 e 2011, projecta o Banco de Portugal.

"Sob a hipótese de que este aumento [do IVA] será integralmente reflectido nos preços finais pagos pelos consumidores, estima-se um impacto na inflação de 0,4 pontos percentuais em 2010 e em 2010", diz a instituição no seu boletim económico hoje divulgado.
O Banco reviu em alta as projecções para o crescimento da inflação este ano e no próximo, prevendo um crescimento dos preços de 1,4 por cento este ano (anteriormente previa 0,8 por cento) e 2 por cento em 2011 (de 1,5 por cento).
No boletim, a instituição liderada por Carlos Costa sublinha ainda que o crescimento de 2 por cento previsto para 2011 nos preços inclui uma "transmissão integral do aumento anunciado das taxas do "Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA)".
                                                                                                    Elaborado por: Sabrina