quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Economia portuguesa regista maior crescimento homólogo desde 2007
12 Maio 2010 | 10:04

O Produto Interno Bruto (PIB) terá crescido 1,7% no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior. A estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE) revela que Portugal escapa a uma nova recessão técnica, já que o aumento terá sido de 1% face ao trimestre anterior.
O Produto Interno Bruto (PIB) terá crescido 1,7% no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior. A estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE) revela que Portugal escapa a uma nova recessão técnica, já que o aumento terá sido de 1% face ao trimestre anterior.

A confirmar-se, será o melhor desempenho homólogo desde o final de 2007 (quando o PIB cresceu 1,8%). Já o crescimento em cadeia é o mais expressivo desde o segundo trimestre de 2005, altura em que a economia avançou 1,4%

“O aumento do PIB em termos homólogos no 1º trimestre esteve parcialmente associado a um efeito de base (o PIB no 1º trimestre de 2009 diminuiu 3,7%), verificando-se uma melhoria dos contributos da Procura Interna e da Procura Externa Líquida, mais intensa no primeiro caso”, explica o INE.

São, ainda assim, resultados mais favoráveis do que os esperados. Economistas ouvidos pela Reuters apontavam para um aumento de 0,2% face ao quarto trimestre de 2009, suportado pelas exportações para Espanha e Alemanha e pelo consumo privado.

O aumento em cadeia beneficiou de uma ligeira revisão em baixa do PIB relativa ao último trimestre do ano passado. Que terá, assim, recuado 0,3% em cadeia (em vez dos 0,2% anunciados) e diminuído 1,1% em termos homólogos (em vez de 1%).

Este desempenho criou o risco de uma nova recessão técnica, que fica para já afastado. O reforço das medidas de redução da despesa, já anunciado pelo Governo poderá, no entanto, comprometer uma recuperação sustentada.
                                                                              Feito por: Sabrina


Primeiro-ministro diz que "Portugal não precisa de ajuda de ninguém"

O Governo de Dublin decidiu pedir ajuda para equilibrar as suas contas. José Sócrates diz que não há nenhuma relação entre Portugal e a Irlanda e espera que o pedido de ajuda irlandês trave a especulação nos mercados financeiros em torno da situação portuguesa. O Primeiro-Ministro garante que, ao contrário da Irlanda, Portugal "não precisa da ajuda de ninguém."

                                                                                               Feito por: Sabrina

Portugal avança 1% e tem o quarto melhor desempenho na OCDE

Evolução da economia portuguesa - 1900/2010
O PIB português cresceu 1% até Março, face ao trimestre anterior, e 1,7% em termos homólogos, revelou hoje a OCDE. Os números são idênticos aos revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) em meados de Maio.
O relatório divulgado hoje com as últimas estimativas da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) mostra que com uma evolução superior à da economia portuguesa só mesmo a Coreia (1,8%), a Suécia (1,4%) e o Japão (1,2%).

No conjunto dos países da OCDE, o PIB cresceu 0,7% no primeiro trimestre, a quarta subida trimestral seguida, e 2,5% face aos três meses homólogos de 2009. Quanto à zona euro, as primeiras estimativas da OCDE apontam para uma progressão de 0,2% entre Janeiro e Março, após uma estagnação no último trimestre do ano passado, e de 0,5% quanto comparado com igual trimestre de 2009.
Nos EUA, o ritmo de recuperação do PIB norte-americano terá abrandado nos primeiros três meses deste ano, tendo crescido 0,8%, após a evolução de 1,4% verificada no último trimestre de 2009. Em termos homólogos, a maior economia do mundo expandiu-se em 2,5%.
Consulte aqui o comunicado da OCDE

Crescimento Economia Porugal 90-10

Crescimento Economia Porugal 90-10
Gráfico do crescimento da Economia em Portugal, por decénios, de 1990 a 2010.
        Feito por: Sabrina


Prestação da economia portuguesa é a melhor entre os periféricos2010-11-12


A economia portuguesa registou um crescimento de 0,4% no terceiro trimestre, face aos três meses anteriores e de 1,5% contra o período homólogo, uma prestação que situa o país nomeio da tabela dos países da União Europeia, mas à frente dos países periféricos que tem estado no centro das tensões do mercado de dívida.
De acordo com os dados hoje revelados pelo Eurostat, a economia da Zona Euro cresceu 0,4% em cadeia no terceiro trimestre, um desempenho igualado por Portugal.
Os países periféricos surgem na cauda da Europa, com o PIB da Grécia a afundar 1,1% em cadeia e 4,5% em termos homólogos. Os dados preliminares divulgados hoje pelo Eurostat não contêm a evolução da economia irlandesa no terceiro trimestre, mas o país terá continuado em terreno negativo, tendo em conta a prestação verificada no segundo trimestre (o PIB caiu 1,2% em cadeia e 1,8% em termos homólogos).
Também em contracção na Zona Euro, na análise em cadeia, surge a Holanda, com o PIB a recuar 0,1% face ao trimestre anterior, reduzindo o crescimento homólogo para 1,8%.
Depois surgem dois países periféricos, com o PIB da Espanha a estagnar em cadeia e a crescer 0,2% em termos homólogos. Já a Itália, que também tem estado mais recentemente sob pressão dos mercados de dívida, registou uma expansão de 0,2% em cadeia e de 1% em termos homólogos.
A economia portuguesa consegue assim apresentar um desempenho superior aos restantes países periféricos, com o PIB a crescer 0,4% em cadeia e 1,5% em termos homólogos.
Mas se a comparação com os periféricos é positiva, já face aos restantes países do euro Portugal surge a meio da tabela.
Tendo em conta os crescimentos em cadeia para 12 dos 16 países da Zona Euro com dados disponíveis, seis países cresceram mais que Portugal no terceiro trimestre. Tendo em conta a comparação homóloga, 7 em 12 países cresceram acima dos 1,5% verificados em Portugal.
O fraco potencial de crescimento da economia portuguesa tem sido apontado pelos analistas como um dos principais problemas de Portugal. A generalidade dos economistas antecipa que a economia portuguesa vai entrar em recessão no próximo ano, devido ao impacto das medidas de austeridade, ainda que o Governo antecipe um crescimento de 0,2% no próximo ano.



             Fonte: Jornal de Negócios                                                                                     Feito por: Sabrina




O Banco de Portugal reviu em alta a previsão para o crescimento da economia portuguesa em 2010 de 0,4 por cento para 0,9 por cento mas baixou a sua previsão para 2011 de 0,8 por cento para 0,2 por cento, de acordo com o Boletim Económico de Verão.

No documento, terça-feira publicado, o banco central adverte ainda que a economia portuguesa deverá sofrer uma "forte desaceleração" no segundo semestre deste ano, que se acentuará em 2011, com as medidas de austeridade a afectarem negativamente o crescimento a curto prazo.

"As perspectivas de crescimento da economia portuguesa serão negativamente afectadas no curto prazo pelo necessário processo de consolidação orçamental", adianta o banco central, destacando o consumo e o investimento, que devem recuar em termos reais este ano e no próximo.

Por outro lado, o BdP aponta para uma probabilidade superior a 50 por cento da economia entrar em recessão no próximo ano.

Neste quadro, o banco central escreve que "existem riscos de uma nova recessão no horizonte de projecção", que incluiu a possibilidade do euro desvalorizar mais do que o previsto este ano e no próximo e de que a necessidade de ajustamentos em países "que são importantes mercados de destino das exportações nacionais" possa levar a uma queda na procura dirigida às empresas portuguesas.

Fonte: macauhub
                                                                                             Feito por: Sabrina
País volta a ser oitava maior economia do mundo
    A recente crise mundial alçou o Brasil à condição de oitava maior economia do mundo em 2009. É a primeira vez desde 1998 que o pais ocupa essa posição no ranking global com o PIB (Produto Interno Bruto) medido em dólares. A informação é de Érica Fraga, editora sênior da consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit), em reportagem especial para a Folha deste domingo (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Feito por: Sabrina